Greve de transporte ubano prejudica trabalhadores de Sorocaba e Transportadoras de São Paulo

Publicado em 10/06/2017

Greve de transporte ubano prejudica trabalhadores de Sorocaba e Transportadoras de São Paulo

Legenda: greve-transportes-urbanos-Sorocaba-Sao-paulo

       Os motoristas do transporte urbano de Sorocaba (SP) iniciaram uma greve na madrugada desta segunda-feira (5). Muitos moradores foram pegos de surpresa e lotaram os dois terminais de ônibus da cidade.

       O sindicato da categoria informou que a decisão foi tomada porque não houve acordo referente a proposta de reajuste salarial com as as empresas Sorocaba Transportes Urbano (STU) e Consórcio Sorocaba (CONSOR). Não há previsão de normalização dos serviços.

        Ainda de acordo com o sindicato da categoria, 40% da frota de ônibus irão circular nos horários de pico e 30% da frota nos demais horários. O transporte especial não será afetado pela paralisação dos trabalhadores.

      Uma audiência de tentativa de conciliação está marcada para às 14h desta segunda-feira no Tribunal Regional do Trabalho 15ª Regiãoe, em Campinas, e irá definir os rumos da greve dos trabalhadores do transporte urbano de Sorocaba.

       Os trabalhadores em transporte urbano de Votorantim, rodoviário e de fretamento da cidade de Sorocaba seguem em estado de greve e não irão participar da paralisação nesta segunda-feira.

       Por conta da paralisação dos motoristas, a Urbes informou que o tráfego pelos corredores especiais de ônibus está liberado.

A data-base da categoria é 1º de maio e, nesta campanha salarial, a reivindicação é de reposição da inflação segundo a média de quatro índices, mais aumento real de 6%.

        A categoria também reivindica aumento no tíquete-refeição/diária, na participação nos lucros e resultados (PLR), contratação de mais agentes de bordo e a manutenção de todos os direitos já conquistados em campanhas salariais passadas.

      A paralização prejudicou a economia na cidade de Sorocaba pois as industrias tiveram sua produção reduzida consequentemente o envio e recebimento de mercadorias por transportadoras de São Paulo. De acordo com o sindicato da categoria, 40% da frota de ônibus irão circular nos horários de pico e 30% da frota nos demais horários.